4 dicas para não errar no cálculo do seguro desempregoOs benefícios trabalhistas se referem a importantes conquistas da população que podem ser obtidas das mais diferentes maneiras, mas que precisam de cuidados adequados como os relacionados com as dicas para não errar no cálculo do seguro desemprego.

Melhores dicas para não errar no cálculo do seguro desemprego

O seguro-desemprego é um tipo de benefício trabalhista presente na constituição federal como direito individual de todos os brasileiros e residentes no país que estão trabalhando podendo ser pedido no caso de demissão imotivada.

Com a nova legislação que passou a vigorar neste ano de 2015 surgiram algumas dúvidas com relação à melhor forma para realizar o seu cálculo de maneira correta sem cometer erros importantes como iremos mostrar em seguida.

1)Solicitação correta: para que este cálculo aconteça de forma adequada se faz necessário que o pedido seja correto e este consiste no preenchimento de um formulário específico para este benefício ao qual devem ser anexados os documentos necessários.

2)Divisões relacionadas com o benefício: com as novas regras deste tipo de benefício a assistência do seguro-desemprego pode ser de no máximo 5 parcelas sendo possível a sua solicitação para períodos aquisitivos a partir de 16 meses de trabalho.

A habilitação para quem pretende receber este tipo de seguro surge por meio da última data da dispensa do trabalhador cuidando sempre para que o período aquisitivo mínimo seja respeitado porque caso contrário o benefício não será concedido.

Caso o período aquisitivo este correto ocorre a divisão do benefício em questão que pode ser de cinco parcelas – máximo permitido – para quem comprova que teve emprego com vínculo por pelo menos 24 meses em um período global de 36 meses.

Esta quantidade é reduzida para 4 parcelas nos casos de vínculo de emprego comprovado de 12 a 24 meses em um período total de 36 meses analisados e pode ainda ocorrer a sua liberação para apenas 3 parcelas de seguro-desemprego em caso de vínculo de 6 a 11 meses neste período mencionado.

3)Base para cálculo do seguro-desemprego: o valor deste benefício é calculado com base nos salários recebidos pelo trabalhador nos últimos três meses antes da ocorrência de sua dispensa.

Neste caso se o valor somado foi de até R$1.222,77 é preciso multiplicar o salário médio obtido desta soma por 0,8 que representa 80% do mesmo que será recebido como seguro desemprego.

Se o valor obtido da soma indicada acima foi de R$1.222,78 até R$2.038,15 o montante que for acima de R$1.222,77 vai ser multiplicado por 0,5 representando um pagamento de 50% no seguro-desemprego sobre ele.

E para as somas que ultrapassarem o valor de R$2.038,15 o recebimento do seguro-desemprego será sempre de R$1.385,91 na quantidade de parcelas entre 3 e 5 vezes conforme informado anteriormente neste artigo.

4)Questões específicas para o cálculo: algumas situações com relação aos salários recebidos precisam ser conhecidas para um cálculo correto do seguro-desemprego iniciando pelo fato de que se o trabalhador desde o final do último emprego recebeu mais de três salários o cálculo deste benefício será de apenas 3 meses de recebimento.

Se o empregado tiver recebido menos de 3 salários nos meses anteriores vai ser considerada a quantidade de remunerações que teve para o cálculo deste benefício e no caso de quem recebe salário mensal ou quinzenal vai ocorrer o cálculo do salário mensal correspondente.

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2 comentários para “4 dicas para não errar no cálculo do seguro desemprego

  1. Minha esposa Ta no auxílio doença e provavelmente vai receber alta do inss. Ai a questo. se ela for demitida logo em seguida ela tem direito a receber o Seguro desemprego

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